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domingo, 26 de junho de 2011

Especiarias

Você já ouviu falar em especiarias?

As especiarias tinham alto valor na época das Grandes Navegações. Hoje em dia ela é muito comercializada, porém sem grandes valores. Elas podem ser encontradas nas feiras, mercados, mercearias etc. Já sabe do que estou falando? Leia o texto abaixo para confirmar sua resposta.
Objetivo: conceituar especiárias
As especiarias são temperos (condimentos) usados na culinária para proporcionar sabores diferentes nas comidas. Algumas especiarias também eram, e ainda são, utilizadas na fabricação de cosméticos, óleos e medicamentos. As principais são: pimenta, gengibre, cravo, canela, noz moscada, açafrão, cardamomo e ervas aromáticas. Na época das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos (séculos XV e XVI) eram muito valorizadas na Europa, pois não podiam ser cultivadas neste continente em função do clima. O surgimento e crescimento da burguesia também aumentou a demanda por produtos considerados de luxo na época, como, por exemplo,  as especiarias. No século XV, os comerciantes de Gênova e Veneza, cidades italianas, tinham o monopólio destas especiarias. Compravam no Oriente, principalmente na Índia e China, e vendiam com alta porcentagem de lucro no mercado europeu. Estas especiarias eram levadas para Europa através da rota do Mar Mediterrâneo, dominada pelos comerciantes italianos. No século XVI, os portugueses descobriram uma rota alternativa para chegar ao oriente, através da navegação pela costa africana. Passaram a comprar as especiarias diretamente na fonte e tiraram o monopólio dos italianos. As caravelas portuguesas chegavam à Europa carregadas de especiarias, que eram vendidas com alta taxa de lucro. Portugal se tornou uma potência econômica da época.
v A partir da leitura, explicação e discussão do texto acima, você deverá escolher um tipo de especiarias e fazer uma simples pesquisa sobre ela, seguindo os tópicos abaixo.

(Traga uma amostra da especiaria pesquisada para apresentar aos seus colegas)

RELAÇÕES DE TRABALHO: DA ESCRAVIDÃO ÀS FORMAS DE TRABALHO LIVRE

         
Em nossas aulas finalizamos o capítulo 3. Faremos revisão deste conteúdo tirando todas as dúvidas para realizar com facilidade a avaliação. Seja atencioso (a) e não tenha vergonha de perguntar e tirar suas dúvidas. Estou a disposição para os esclarecimentos.

Objetivo: Identificar, comparar e relacionar os tipos de trabalho com as atividades econômicas desenvolvidas no Brasil, ao longo do tempo.

  • Pinte as alternativas corretas:
1-   









Sobre a escravidão indígena no Brasil podemos dizer que

a) os índios foram escravizados para ajudar os negros no trabalho com a mineração.
b) os bandeirantes lutaram pela libertação dos indígenas escravizados.
c) inicialmente, os portugueses contaram com a ajuda de algumas tribos indígenas para escravizar indígenas de tribos inimigas.
d) não foi grande o número de indígenas escravizados

2-   Sobre o escravo africano no Brasil podemos dizer que

a) todos eles foram encaminhados para o trabalho nas lavouras ou na mineração.
b) apenas os escravos que trabalhavam nas lavouras sofriam com a violência e o desrespeito.
c) era impossível para qualquer escravo conseguir algum ganho com seu trabalho.
d) alguns escravos eram “alugados” para outras pessoas por seus donos.

3-   As primeiras iniciativas de estímulo à imigração foram feitas por volta de 1840. Sobre os trabalhadores europeus que vieram para o Brasil nessa época podemos dizer que

a) os contratos que eram feitos com os fazendeiros eram desfavoráveis para esses trabalhadores.
b) assim como os africanos, não eram bem vistos pelos brasileiros.
c) as condições de trabalho e de vida encontradas por esses trabalhadores no Brasil foram excelentes.
d) eles encontraram no Brasil exatamente o que foi mostrado pelas propagandas feitas na Europa para atraí-los.

4-   Observe a imagem e responda:
Que tipo de trabalho feito pelos escravos está sendo mostrado nesta gravura?





6-    Que acontecimento está ligado ao aumento da entrada de imigrantes a partir de 1870?




7- O escravo indígena

     No século 17 os bandeirantes penetraram nos rincões do Brasil não descoberto. O objetivo era caçar índios e escravizá-los. E os resultados, a expansão do território e o maior genocídio de nossa história
     (...) Ao longo dos anos, os guaranis viraram o tipo mais comum de escravo em São Paulo, aproveitados principalmente para cultivar os latifúndios de trigo dos bandeirantes. Tanto é assim que o termo “carijó”, usado pelos paulistas para se referir a esse povo, virou sinônimo genérico de “escravo”.
http://historia.abril.com.br/fatos/bandeirantes-faroeste-caboclo-434323.shtml
Como podemos observar no texto, até o início do século XVII, os índios foram a mão-de-obra predominante na América Portuguesa.
-  Os índios eram chamados de “negros da terra” e “negros de carga”. Qual deles está representado no texto? Copie a passagem que justifica a sua resposta.



b) EXPLIQUE a importância da mão-de-obra indígena para os colonizadores.



  Trabalho indígena nas missões jesuítas
“Os índios das missões podiam trabalhar em suas próprias roças durante um mês, contando que prestassem serviços no mês seguinte aos senhores (missionários ou colonos) ou quando necessário. Todos os indígenas, entre 15 e 50 anos de idade, deveriam prestar esses serviços, executados de forma exaustiva e sem respeito a horário de trabalho, podendo também ser castigados fisicamente. Muitos aldeamentos indígenas estabeleceram-se próximo às vilas e povoados de portugueses, facilitando assim a catequese. A servidão era a maneira de extrair o máximo do índio e ‘civilizá-lo’, pelo trabalho, disciplina, respeito e aceitação dos valores culturais dos colonizadores.”
BOTELHO, Ângela Viana; REIS, Liana Maria. Dicionário Histórico Brasil: Colônia e Império. Belo Horizonte: O Autor, 2001.p. 69

a)    De acordo com as informações do texto, pode-se afirmar que os jesuítas eram protetores dos índios? JUSTIFIQUE sua resposta com argumentos do texto.



b)   Como os jesuítas justificavam a servidão indígena?


Índio - A escravidão indígena foi oficialmente extinta no século XVIII, momento em que o marques de Pombal estabeleceu um conjunto de transformações na administração colonial. Primeiramente, ordenou a expulsão dos jesuítas do Brasil. Logo depois em 1757, proibiu a escravidão indígena.
www.brasilescola.com/historiab/escravidao-indigena.htm

LEI Nº 6.001 - DE 19 DE DEZEMBRO DE 1973 - Dispõe sobre o Estatuto do Índio.
 Das condições de trabalho
Art.14º Não haverá discriminação entre trabalhadores indígenas e os demais trabalhadores, aplicando-se-lhes todos os direitos e garantias das leis trabalhistas e de previdência social.

http://www.funai.gov.br/quem/legislacao/estatuto_indio.html
    
    O Ministério Público Federal (MPF) do Meio-Oeste catarinense, denunciou uma dupla de empresários por manter 60 trabalhadores indígenas da Terra Indígena Chapecó em condições semelhantes a de escravos.
     Os trabalhadores não tinham água tratada, sanitários ou esgoto nem chuveiro. Os índios viviam em um barraco sem energia elétrica, sem camas e com goteiras. Cerca de 60 indígenas, tomavam banho, lavavam a roupa e bebiam água do mesmo açude, que ficava próximo ao barraco. Os indígenas tinham jornada semanal de 53 horas e não usavam qualquer equipamento de segurança.
     Os dois empresários e o aliciador foram denunciados pelo crime de redução de trabalhador à condição semelhante a de escravo, com a agravante de serem as vítimas integrantes de etnia kaingang. As penas variam de cinco a 18 anos de prisão.      
     Data da matéria: 21/08/2009 http://www.brasildefato.com.br/node/1685

De acordo com os textos, como você avalia a situação do indígena ao longo do tempo?

A ESCRAVIDÃO NOS DIAS DE HOJE

A escravidão no Brasil foi abolida em 1888, no entanto, no Brasil e em outras partes do mundo, em pleno século XXI, essa prática ainda é desenvolvida. A escravidão pode ocorrer em forma de trabalho rural ou exploração sexual, como ocorre em diversos lugares do planeta, especialmente no leste europeu e países da CEI (Comunidades dos Estados Independentes).
(...)
No Brasil, a escravidão é mais constante no campo. Isso tem ocorrido com certa freqüência, trabalhadores oriundos da Bahia, Piauí, Maranhão, entre outros, são recrutados para trabalhar principalmente no interior da Amazônia. A pessoa responsável por aliciar os trabalhadores é chamada de gato, essa promete bons ganhos e boas condições de trabalho, como os trabalhadores geralmente são pobres, oriundos de lugares castigados pela seca onde não conseguem emprego para sustentar suas famílias, aceitam a proposta.
O gato chega de ônibus ou caminhão para transportar os trabalhadores, quando esses desembarcam no local de trabalho notam rapidamente que as promessas não correspondem à realidade.
A partir daí os trabalhadores contraem dívidas, pois os gastos com transporte, materiais de trabalho são anotados em uma caderneta. Além disso, alimentação, medicamentos, pilhas ou cigarros são adquiridos na “cantina”, uma espécie de mercado dentro da fazenda, onde as mercadorias custam o triplo do valor de mercado, sem contar que o alojamento também é cobrado e esses não oferecem condições dignas de higiene.
Dessa forma, no dia do pagamento percebem que a dívida contraída é bem superior ao valor de seu ordenado, que também não corresponde ao combinado. Assim, o trabalhador ao invés de receber algo, tem uma grande dívida que cresce gradativamente, tornando-se cada vez mais difícil de ser quitada.
Essa prática é denominada de escravidão por dívida, dificilmente é paga, uma vez que o valor do débito tende a aumentar como uma bola de neve. Caso esse trabalhador tente fugir, os capatazes usam de violência e armas para capturá-lo e é devolvido ao trabalho após sofrer agressões e ameaças, assim servem de exemplo para que os outros trabalhadores não cometam o mesmo “delito”.
Somente no ano de 2005 foram registradas cerca de 25 mil pessoas vivendo em regime de escravidão no Brasil.
(...)Por Eduardo de Freitas Graduado em Geografia Equipe Brasil Escola
Disponível em < http://www.brasilescola.com/sociologia/escravidao-nos-dias-de-hoje.htm> Acesso em 10/12/2009

Explique por que a prática descrita neste texto pode ser considerada uma forma de escravidão. (1,0)




Faça uma comparação entre a escravidão nos dias de hoje e a condição dos trabalhadores europeus que vieram para o Brasil no regime de parceria. (1,0)



1-  Escravidão indígena e africana
“... desde o século XV, no sul de Portugal e mais tarde nas ilhas africanas do Atlântico, a escravidão de negros em associação com engenhos de açúcar já tinham uma certa tradição e desenvolvimento antes de começasse (no século XVI) ou se intensificasse (no século XVII) o tráfico para o Brasil. (...) Os engenhos brasileiros já levavam várias décadas funcionando principalmente à base de mão de obra indígena, quando a importação de africanos tornou-se mais importante. Isso não mostra ser correta a hipótese de que (...) foi o tráfico que gerou a escravidão dos africanos (...). Pelo contrário,o que aconteceu foi que, com a crescente falta de escravos indígenas uma procura já existente passou a ser atendida de outro modo, isto é, pela importação de africanos. O tráfico tendeu, aliás, a se desenvolver cada vez mais sob o controle de comerciantes estabelecidos em cidades como Rio de Janeiro ou Salvador, não em Lisboa.”
CARDOSO, Ciro Flamarion. O trabalho na colônia. In: LINHARES, Maria Yedda (org.). História Geral do Brasil. 6ª edição. Rio de Janeiro: Campus, 1996, páginas 88 e 89.

a)    Com base no texto, podemos afirmar que os portugueses iniciaram a prática da escravidão na colonização do Brasil? JUSTIFIQUE sua resposta. (1,0)



b)   Foi o tráfico que gerou a escravidão dos africanos? EXPLIQUE. (1,0)



O legado dos judeus
O que Fernando de Noronha, Roberto Burle Marx e Sílvio Santos têm em comum? Os três fazem parte do grande grupo de judeus que ajudou a formar a sociedade brasileira desde a época do descobrimento. Os primeiros chegaram aqui ainda no século XVI. Depois vieram outras levas, fugindo de perseguições, da pobreza e do nazismo. Para preservar as tradições e o legado desse povo que está no Brasil há mais de cinco séculos, será inaugurado em 2013 o Museu Judaico de São Paulo. Ele será o maior do gênero no país, com um acervo doado por mais de 500 famílias. Ele deve receber exposições de Nova York e Israel.
Revista de História da Biblioteca Nacional - 01/12/2010 http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=3423

2-   O Brasil foi ocupado por imigrantes. Portugueses, africanos, alemães, suíços, italianos, espanhóis, sírios, libaneses, judeus, como conquistadores, mão-de-obra forçada e atrás de sonhos, ajudaram a formar o que é o hoje o Brasil.

a) O texto refere-se a imigrantes judeus. Quais foram os motivos citados que os trouxeram para o Brasil? (1,0)



b)Quais eram as expectativas dos brasileiros em relação aos imigrantes europeus? (1,0)



c)    Os imigrantes eram atraídos por propagandas feitas na Europa. Quando eles chegavam ao Brasil tinham uma grande decepção. Por quê? (1,0)



d)   O processo de imigração apresentou dois momentos distintos, o sistema de parceria e a imigração subsidiada. EXPLIQUE um deles. (1,0)

Brincadeiras dos Yudja (TRIBO INDÍGENA)



    Os Yudja falam uma língua do tronco Tupi e vivem em 6 aldeias próximas à beira do rio Xingu, no Mato Grosso, e também perto da foz do rio próximo à cidade de Altamira, no Pará.
    O texto abaixo foi produzido pelas crianças da aldeia Tuba Tuba junto com a equipe do Programa Xingu/ISA.
    Nós somos as crianças do povo Yudja, da aldeia Tuba Tuba do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso.
    Nós meninos aqui da aldeia gostamos de brincar com nosso arco e flecha. Nós começamos a aprender a fazer arquinho com nossos avôs, pais, irmãos mais velhos ou nossos amigos.
    Fazemos nosso arco e flecha com qualquer tipo de material só para brincar e aprender a lançar flecha, o mais difícil é colocar a pena da ponta da flecha para voar bem. Nós acompanhamos nossos pais durante a pescaria, também pescamos sozinhos na beira do rio, mas na caçada nós não vamos, porque é difícil acompanhar.
    Nós fazemos campeonato de arco e flecha para saber quem é o melhor no lançamento de flecha.
    Nós gostamos de fazer aviãozinho, imitando a hélice com uma folha de árvores ou outros materiais.
    Nós meninas gostamos de fazer pulseira, colar de miçanga.
    Em casa, nós ajudamos nossas mães cuidando de nossos irmãos menores, assando peixe, fazendo mingau, até conseguirmos fazer sozinhas.
    Nós também vamos a roça e ajudamos a carregar mandioca, batata e outros.
    Ajudamos também a pegar água no rio para cozinhar e lavar. Nós lavamos louça e roupa no rio desde pequenas.
    Nós também já estamos aprendendo a fazer pintura corporal e começando a fazer cuias e panelinhas de barro.
    Nós gostamos de brincar de pega-pega no rio, de escorregar no barranco...
    De desenhar animal ou pessoa na terra, de brincar de rodar o peão com semente de tucum...
    E de fazer brincadeira de barbante.
    Nós também temos nossas músicas para brincar batendo palma ou então brincar de roda. De noite nós gostamos de brincar no pátio da aldeia cantando as músicas de brincar, ou então as músicas das nossas festas.
    Nós estudamos na escola de nossa aldeia, estudamos em nossa língua e no português e ouvimos as histórias que os mais velhos contam para a gente durante a aula.

http://pibmirim.socioambiental.org/como-vivem/brincadeiras
1-    Responda as  questões de acordo com texto lido:

a) O texto conta um pouco do cotidiano de crianças indígenas. Transcreva do texto dois destes fatos. (1,0)




b) Os fatos narrados pelas crianças da aldeia Tuba Tuba também acontecem com crianças da cidade? JUSTIFIQUE. (1,0)




c) Você se identifica com alguma situação narrada no texto? Qual? (0,5)




d) CITE um fato narrado pelas crianças Yudja que não faz parte do seu dia-a-dia. (0,5)



2- Assunto: Identidade indígena - Observe a imagem a seguir. (1,5)

Explique a frase “Xiiiii... lá se vai nossa identidade!” dentro do contexto apresentado na charge.












3-     Leia a reportagem a seguir e responda às questões.

Índios utilizam internet para divulgar cultura

     Uma vitrine infinita, para todo o mundo ver que sim, existem índios em Pernambuco. Assim é a internet para os povos nativos do Estado, que vêm explorando a rede e usando todas as suas ferramentas para mostrar ao mundo a realidade das aldeias indígenas. Um dos principais instrumentos na conquista do espaço virtual é o projeto Índios Online do Governo que nasceu com o intuito de divulgar a cultura indígena a partir das próprias aldeias.
     “Os livros de história têm uma visão deturpada do índio, com o Índios Online, nós podemos mostrar o que é o índio de verdade”, conta Alexandre, coordenador do projeto. Ele diz que o projeto consiste em um ponto de presença de internet com cinco computadores instalados nas aldeias e geridos pelos próprios índios.
     Além dos desafios de manter um centro de informática, os índios ainda enfrentam o preconceito dos não-índios. “Nossa internet é o único ponto da região. Isso gera uma certa inveja dos moradores da cidade. Eles ficam até chateados quando descobrem que eu tenho internet", diz a estudante Tânia Silva, 26 anos, conhecida na aldeia como Lian.
      “O maior problema que os índios enfrentam na inclusão digital é o preconceito social. Muitos não-índios querem que o índio se mantenha desinformado e longe da tecnologia. Justamente porque coisas como a internet fortalecem o cotidiano da aldeia”, afirma o presidente da associação de rizicultores dos índios truká, em Cabrobó, Moseni Araújo Sá.
http://www2.uol.com.br/JC/sites/indios/digital.html

a)     Como os índios usam a internet? (0,5)




b)    Como você utiliza a internet? (0,5)




c)     Quais são os problemas enfrentados pelos índios com o uso da internet? (1,0)





3-     “Os livros de história têm uma visão deturpada do índio, com o Índios Online, nós podemos mostrar o que é o índio de verdade”, conta Alexandre, coordenador do projeto. IDENTIFIQUE a crítica presente na fala de Alexandre. (1,5)